Criança de 5 anos é abusada sexualmente, após escola permitir banheiro

11/10/2018

Uma mãe descreveu a agressão sexual que sua filha de 5 anos sofreu no banheiro feminino um ano depois que a escola implementou sua nova política de banheiros transgêneros, no estado da Georgia (EUA). A política controversa encontrou oposição em diversos outros estados.

Pascha Thomas compartilhou seu depoimento na última quarta-feira (3), em um vídeo com a organização jurídica sem fins lucrativos Alliance Defending Freedom. Ela explicou que sua filha foi agredida em novembro de 2017 em uma escola primária, filiada ao distrito escolar da cidade de Decatur.

“Minha filha me disse que estava na aula e perguntou à professora se poderia ir ao banheiro. E a professora disse que sim”, descreveu Thomas.

“Então ela estava no banheiro e já estava abotoando as calças, quando um de seus colegas (um menino) entrou no banheiro. Ela tentou sair do banheiro, mas o garotinho a empurrou de volta para dentro do banheiro. Basicamente ela pediu-lhe para parar, mas ele continuou. Ele pegou os dedos e tentou enfiar no órgão genital dela, por dentro de suas calças. Ela pediu-lhe para parar, e afirmou várias vezes que aquilo doía. Ele se recusou”, a mãe continuou.

“Uma vez que ele terminou, ela foi para a aula. Eu perguntei se ela contou a alguém sobre isso. Ela começou a chorar e disse: ‘Não, mamãe, eu não contei a ninguém, mas eu não pedi para ele vir ao banheiro comigo, eu não sabia que ele ia fazer isso”, acrescentou Pascha.

A ADF explicou que a escola implementou em 2016 uma política para permitir que os alunos que se identificam como sendo do sexo oposto usem banheiros, vestiários e chuveiros que correspondam à sua “identidade de gênero”, em vez de seu sexo biológico. Significa que os meninos que se identificam como meninas podem entrar nas dependências femininas.

O superintendente David Dude revelou à equipe na época que estavam implementando “uma política que exigia que todas as escolas de Decatur permitissem o acesso de meninos que se identificassem como meninas nos banheiros femininos, vestiários e chuveiros nas dependências da escola… com base unicamente no preferência individual do aluno… “.

A mudança foi supostamente feita sem informar os pais dos alunos. Ao saberem da mudança por outros meios, alguns deles disseram que tinham suas preocupações sobre a mudança, mas foram amplamente ignorados pelas escolas.

Batalha judicial

Pascha Thomas explica que desde então, ela está envolvida em uma disputa contínua com a escola. Ela acusou as escolas da cidade de Decatur de jogarem sobre ela a culpa pelo incidente, chegando até mesmo a enviarem o Departamento de Família e Serviços Infantis para investigar sua família.

Ela diz que a escola continuou ignorando o ataque e lhe disse diretamente que a política de banheiros transgêneros não seria revertida.

“O que aconteceu com ela me deixou arrasada, senti muita raiva. Senti-me traída”, disse Thomas em um vídeo, sobre o ocorrido com a filha. “Quando eu deixei minha filho na escola, eu nunca pensaria que ela seria agredida sexualmente em um banheiro por um garotinho”.

O Escritório de Direitos Civis do Departamento de Educação dos EUA anunciou em setembro que investigará a queixa da ADF, que foi impetrada contra as Escolas Municipais de Decatur em nome da menina de 5 anos de idade.

“Essa situação foi profundamente trágica e poderia ter sido evitada”, disse a assessora jurídica da ADF, Christiana Holcomb. “As escolas têm o dever de proteger a privacidade e a segurança de todos os alunos e as Escolas Decatur claramente falharam com essa garota. A abordagem atual que muitas escolas estão tomando de aprovar essas políticas de banheiro transgênero não está funcionando; elas não fornecem privacidade básica, nem garantem a segurança de todos os alunos”.

A advogada Vernadette Broyles, da ONG Adoção e Família da Geórgia, que apresentou a queixa junto à ADF, argumentou que a principal prioridade de uma escola deveria ser a segurança de seus alunos.

“As políticas das escolas de Decatur criaram um ambiente estressante, injusto e, como neste caso, até inseguro — especialmente para meninas. Somos gratos que a OCR está investigando essa tragédia e esperamos que a agência ajude este distrito escolar e outros a adotarem soluções de senso comum. que protegem a privacidade e a segurança de todos os alunos”, disse Broyles.

Uma porta-voz do distrito escolar disse ao The Atlanta Journal Constitution que o distrito estava “ciente das alegações infundadas” e que discordava totalmente de “sua caracterização da situação”. A declaração acrescentou que não haveria mais comentários, pois era uma questão legal pendente.

Fonte: Guia-me

Piper orienta como os pais devem ensinar os filhos: “Trate a Bíblia co

04/10/2018

Considerando o avanço de uma cultura cada vez mais relativista e a dificuldade de muitos pais em lidar com a educação dos seus filhos, o pastor e renomado autor John Piper deu algumasorientações sobre a maneira como devemos educar nossas crianças e adolescentes.

“Procure ser totalmente autêntico em seu amor por Cristo, sua alegria nele e seu deleite em seus caminhos. Você não pode forçar a satisfação de uma criança em Deus quando não parece que o Senhor está satisfazendo mamãe e papai”, disse Piper.

A declaração do pastor foi resultado do questionamento de uma mãe em seu programa de rádio. Piper enfatizou que devemos vivenciar o Evangelho diariamente, transformando o ensino da Bíblia em testemunho através do nosso comportamento.

John Piper explicou que os pais devem incluir referências da Bíblia e agradecimentos a Deus a todo momento, “saturando” os filhos com a Palavra. “Sature sua família com as Escrituras. Fale sobre isso de manhã, tarde e noite”, disse ele, destacando o texto de Deuteronômio 6:7-8.

“Fale sobre isso quando você se levantar, quando fizerem as refeições, quando estiverem no carro. Fale sobre a palavra de Deus, e procure ajudar seus filhos a entenderem isso”, completa.

Autoridade absoluta da Bíblia

Outro ponto bastante importante ressaltado por Piper foi o lugar na Bíblia no ensino familiar. Por conta de algumas correntes teológicas liberais, a Palavra de Deus tem sido relativizada por certos líderes, fazendo com que muitos fiéis percam o Evangelho como referência de suas vidas.

“Trate a Bíblia como a autoridade absoluta em sua vida. Ore para que as crianças cresçam acreditando que este livro é a mais alta autoridade no universo sob Deus”, disse Piper. “Lembre sempre aos seus filhos que Cristo morreu pelos pecadores, e que Ele nos oferece uma maneira de restaurar a comunhão com Ele mesmo quando falhamos”.

Por fim, John Piper também ressalta a importância do relacionamento entre pais e filhos, explicando que a confiança e intimidade são pilares de um bom diálogo, mas que isso deve ser conquistado, também, através do saber ouvir.

“Pergunte coisas além do que um breve ‘como vai você?’ Fique sozinho com eles em algum ambiente que estejam confortáveis e ouça o coração deles, conheça seus sentimentos, seus medos, suas esperanças, os desafios que sentem na escola. Não se contente com uma resposta simples e superficial”, conclui o pastor.

“Os ‘cristãos progressistas’ tendem por subverter a Igreja”, diz teólo

04/10/2018

O pastor Franklin Ferreira é um dos teólogos mais proeminentes no contexto brasileiro atual. Diretor do Seminário Martin Bucer e consultor acadêmico de Edições Vida Nova, ele também é escritor e uma das obras que ganhou destaque nacional assim que foi lançada foi “Contra a Idolatria do Estado – O Papel do Cristão na Política”.

Em uma publicação recente em sua rede social, Franklin Ferreira abortou os chamados “cristãos progressistas“, identificados por serem favoráveis a uma teologia mais liberal, onde muitos dos quais defendem, por exemplo, a descriminalização do aborto e a ordenação de homossexuais ao ministério.

Ferreira explica que esses cristãos desvirtuaram o trabalho da igreja cristã. “Estes ‘cristãos progressistas’ desprezam as igrejas tradicionais. Geralmente priorizam agências paraeclesiásticas ou ONGs apartadas das igrejas tradicionais”, escreveu ele.

“Mas foram justamente as igrejas tradicionais no Brasil, presentes do Oiapoque ao Chuí e do asfalto às favelas, que fundaram em nosso país hospitais, escolas, universidades, orfanatos, asilos, institutos para deficientes visuais, etc”, destaca.

Franklin Ferreira enfatizou que o trabalho voltado para os pobres e excluídos existe nas igrejas tradicionais, já que também é fruto do Evangelho, mas que isso é consequência do amor de Cristo e do trabalho missionário. O pastor citou o acolhimento de dependentes químicos como exemplo.

“A ‘Cristolândia’, projeto de uma denominação batista, é exemplo de um programa de prevenção, recuperação e assistência a dependentes químicos, que busca a transformação destas vidas por meio do evangelho de Jesus Cristo”, acrescenta o pastor.

“A serviço da esquerda”

Ferreira também explica que o progressismo (teologia liberal) se diferencia do Evangelho porque resulta na desfiguração da igreja em relação ao seu propósito original, que é anunciar a Jesus Cristo como único e suficiente Salvador.

“Os ‘cristãos progressista’” tendem por subverter a Igreja, a comunidade da Palavra e do Sacramento, transformando-a numa mera associação social e humanitária a serviço da esquerda. Mas quando isso ocorre, pastores progressistas, metidos a intelectuais, ricos e bem vestidos, não mais cuidam dos membros da igreja – somente os usam”, ressalta Ferreira.

Finalmente, o pastor destaca o que chamou de “missão suprema da igreja”, alertando para a necessidade que temos de pregar o Evangelho acima de qualquer coisa, visto que a mudança de perspectiva moral (consequentemente a salvação espiritual) é a condição indispensável para a transformação da sociedade.

“É necessário afirmar que proclamar que todo ser humano está destituído da glória de Deus e que por que isso está destinado à morte eterna, e que crer no evangelho de Cristo Jesus, que de acordo com a Escritura morreu e ressuscitou por pecadores, é o que nos assegura a vida eterna, é a missão suprema da igreja”, conclui.

Terremoto obriga Equador a aplicar reformas fiscais postergadas

27/04/2016

Funcionários observam lojas destruídas pelo terremoto, em bairro comercial de Portoviejo, no EquadorMesmo antes do terremoto, as perspectivas eram duras para este pequeno país andino.

Os preços do petróleo, que um dia alimentaram os gastos pródigos do governo voltados para os pobres, despencaram. A economia estava em contração. A única salvação era a China, cujos empréstimos incluíam altas taxas de juros e condições que o governo local não divulgava.

Hoje, depois do maior terremoto no Equador desde 1979, os líderes de esquerda do país estão recorrendo ao tipo de medidas que combatiam antes de chegar ao poder.

Fórum Cocó analisa proposta do Governo e quer inclusão de quatro áreas

27/04/2016

Depois de analisar a proposta da Secretaria do Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado do Ceará, o Fórum Permanente pela Implantação do Parque Ecológico do Cocó (Fórum Cocó) decidiu votou pela manutenção de quatro perímetros como áreas de Parque, nesta terça-feira, 26. O Fórum apontou 11 pontos divergentes presentes no projeto do Governo

Presa quadrilha com armas, combustível e distintivo policial

27/04/2016

andidos informaram que pretendiam atear fogo em rival, mas Polícia não descarta que houvesse intenção de atacar prédios públicos. Eles usavam balaclavas e portavam 80 munições

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